sábado, 13 de fevereiro de 2010

APARECIDO RAIMUNDO DE SOUZA NAO TEM PAPAS NA LINGUA, NEM TAPA O SOL COM A PENEIRA. FALA E ESCREVE O QUE VEM NA TELHA. NÃO TEM MEDO DE NADA, NEM RABO PRESO COM NINGUÉM. "A PROLIFERAÇÃO DAS FALCATRUAS E SEU OUTRO NOME POMPOSO: BRASÍLIA", É UMA PROVA VIVA DA SUA IRREVERÊNCIA. ESTE, PORTANTO, É UM DE SEUS TEXTOS JORNALÍSTICOS CLASSIFICADOS COMO "LINHAS MALDITAS".

A Proliferação das falcatruas e seu outro nome pomposo: Brasília.


(*) Texto de Aparecido Raimundo de Souza.



“O Brasil é um saco de gatos onde todos os dias cada um quer ser mais do que o outro, principalmente na hora de roubar e comer do naco de queijo. Leva a melhor, contudo, o bichano que miar mais alto”.

Pachá

Vocês sabem qual é o país onde vive o maior número de safados, de pilantras, de porcos, de parasitas e de larápios? Uma dica! Esse país é governado por um cidadão que reúne todos os qualificativos de um cachaceiro da pior espécie e, recentemente, ganhou mais um predicado: o de pizzaiolo, devido a resposta que deu aos jornalistas quando um deles perguntou se a CPI da Petrobrás terminaria em pizza temperada com pré-sal. Isso mesmo, vocês mataram a charada. Este país é sem dúvida alguma, o Brasil e o cidadão ao qual nos referimos, atende pelo nome de Lula. O mesmo que abraçou Fernando Collor de Melo durante um evento em Alagoas, logo depois de vomitar para a imprensa que queria fazer justiça ao senador que vinha dando sustentação ao trabalho do governo no Senado.

Lula é a gota que faz transbordar o copo, ou melhor, é o próprio copo repleto de água podre. Lula é a pedra no caminho de quem tem vergonha na cara. É o vaso cheio de merda, de bosta, de coco, de excrementos cagado por tipinhos como Fernando Sarney – filho do presidente da Casa da Mãe Joana, conhecida no Epicentro como Senado Federal. Teve um jornalista que rotulou o decente de Fernandinho, isto porque o filhinho do Sarney utilizou o Senado para resolver problemas de família, ou seja, ele empregou um rebento que tivera fora do casamento para “trabalhar” no gabinete do ilustre Epitáfio Caganeira, velho aliado de seu genitor. Quando a justiça proibiu o neputismo (não confundir com nepotismo), o cidadão foi substituído pela mãe. Na prática bem prática, praticadamente falando, o senado “sanava”, ou pagava, grosso modo, a pensão alimentícia que Fernandinho deveria destinar ao filho.

Roseana Sarney a filha mais velha, e irmã de Fernandinho, “renunciou” ao mandado de senadora para assumir, pela terceira vez, o governo do Maranhão. Mesmo fora do senado, ela continuou mantendo o mordomo de sua mansão em Brasília na folha de pagamento oficial, contratado pelo gabinete de seu suplente, com um mísero salário de 12.000 reais mensais. Que vergonha! Isso é salário para se pagar a um mordomo de mansão?

Sarney filho conseguiu também autorização para negociar empréstimos consignados com descontos em folhas de pagamentos dentro da Casa, sempre lembrando, da Mãe Joana. À boca miúda, comentam que a empresa fajuta do prezado faturou (pasmem!!!), perto de 5 milhões de reais ao ano. A Peidicia Fedemal, todavia, embora tenha metido o nariz, só o fez para mostrar serviço e dar satisfações a sociedade de vaquinhas de presépio (somos todos vaquinhas de presépio), até porque, jamais chegou a lugar algum, e, nunca chegou, exatamente, porque existe um bando de pilantras que molha as mãos dos delegados que se metem em operações com nomes estrambóticos, tipo a badaladíssima e hermafrodítica SAITIAEMEAGARRA, que prendeu gente aqui, gente ali, gente aculá e, no final, foi todo mundo pra rua da felicidade tomar suco na lanchonete do titio Michel Temer, e, depois, para acabar tudo azul turquesa, dar bananas para os jornalistas.

No geral, diante desse quadro lastimável, o brasileiro, como cidadão acostumado a tomar no cu diariamente, tem plena consciência e sabe, de antemão, que no final das contas, essa panela toda de sujeira apimentada com falcatruas e paninhos quentes sempre acaba envolta por um mar de lama que misteriosamente engole toda a imundície e os dejetos dos nossos políticos, sepultando, no fundo bem profundo dos quintos do oceano, qualquer tipo de mistério que porventura possa vir a existir.

Quer mais? Vocês sabem no que deu a famosa máfia das sanguessugas? Em pizzas. Perfeito. Com sabores os mais variados. Por falar em sabores os mais diversos, lembram ou se recordam (dá no mesmo) da badaladíssima e austera figura do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra? Pois deveriam. Esse coronel foi o símbolo da violência da ditadura. Entre 1970 e 1974 comandou o DOI paulista, que nessa época aloprava a galera a todo vapor numa antiga delegacia reformada na Rua Tutóia, na Vila Mariana, em São Paulo. Nesse endereço funcionou o mais conhecido centro de tortura do regime militar que imperou ativamente entre 1964 e 1985. Ustra assumiu o comando no apogeu da repressão. Durante sua passagem, o número de mortes e desaparecidos alcançou a marca de 47 pessoas. Enredados a ele, Romeu Tuma, Marcelo Crivera e o seu cimento suspeito para as obras no Morro da Providencia, no Rio de Janeiro (favela onde foram assassinados brutalmente os jovens Marcos Paulo, Wellington e Davi). Do mesmo naipe, o senhor Carlos Veloso, citado em investigações por usar sua influencia para ajudar grupos acusados de comprar sentenças judiciais. Outra carta fundamental, João Alves, o sortudo que nasceu com a bunda suja, mas apesar de suja, virada para a lua e, por essa razão, acertou na loteria dezenas de vezes. Paulo Maluf é outro nome de peso que não deve ser esquecido, como, igualmente Luiz Antonio Vedoin, comandante da máfia especializada em vendas para prefeituras de carrinhos que fazem au, au, au, au, superfaturadas com dinheiro do orçamento federal. No que deu a história das ambulâncias? Em pizzas!

Este senhoras e senhores é o Pais em que vivemos. O País que luta contra a obesidade das falcatruas no Senado, na Câmara, que tenta, de unhas e dentes, derrubar o muro da discórdia, que impede a não aprovação das reformas tão necessárias para o Brasil crescer de vento em popa. E as figuras, bem sabemos, não param ai: Renan Calheiros, José Borba, que foi pilhado sacando 2, 1 milhões de reais do valerioduto, Genebaldo Correia, Manoel Moreira, Jader Barbalho, José Dirceu, Delúbio Soares, Roberto Jefferson, Silvio Pereira, Genival Inacio da Silva, o Vavá, irmão de Lula, e o ex-ministro Luiz Gushiken, e do publicitário Duda Mendonça. A propósito: no que deu a historia dessa cambulhada toda? Em nada. Acabou em pizza.

E a quadrilha armada de Anthony Garotinho? E o Alvaro Lins? De quebra, devemos nos lembrar de José Genoíno, ex-presidente do PT (Putos e Tarados) que avaliou os empréstimos tomados por Marcos Valério. Não devemos igualmente apagar da memória o João Paulo Cunha, o Mauricio Marinho, diretor dos Correios (maio de 2005), flagrado recebendo propina. Como podem perceber, o lixo aumenta a olhos vistos, numa espécie de repetência abundante e disfuncional. Pouquíssimos são os homens que podemos abaixar a calça e descer a cueca sem medo de recebermos uma tremenda pica no olho do cu. Pois bem. Em vista desse enorme crescimento de filhos da puta, e da freqüente e espantosa ascensão da desordem pública, acreditamos ficar cada vez mais difícil digerir a total impunidade com que os poderes executivos, legislativo e judiciário são agraciados diariamente. Parece que nada consegue arranhar a blindagem colocada sobre o berço das grandes decisões nacionais, pelo menos a ponto de sequer manchar a pintura dos rostos dos malandros que por lá chafurdeiam como porcos. Pelo amor de Deus, não estamos incluindo nessa lista negra o ilustre governador de Brasília, José Arruda. Aliás, um Santo homem. Deveriam dar a ele um altar, de preferência que ficasse a vista do enorme rol de bundas moles que por lá transita em visita de peregrinação a fé que ainda norteia alguns cidadãos de bem.

Por derradeiro, o Brasil de Lula, de Fernando Collor, de Sarney é a Mônica dentuça do Mauricio de Souza, a puta vadia que abortou o filho antes de nascer. O Brasil, meus caros, é uma fraude, ou melhor, se transformou num 171 nato, revestido, claro, numa roupagem moderna que foge as regras de punição do Código Penal. O Brasil de Pedro Simon, de Heráclito Fortes, Arthur Virgílio e Domingos Dutra, tem o sangue do terrorista italiano Cesare Battisti correndo nas veias, mas, nem por isso, apesar dos pesares, deve ser excomungado como foi o pobre do bispo Richard Willianson. Oxalá, antes que alguém resolva atirar pedras, que crucifiquem a psicóloga Rosângela Alves Justino que faz terapia para “curar” homossexuais.

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